07 de maio

GDF - Administrações Regionais
9/06/20 às 18h45 - Atualizado em 9/06/20 às 18h52

Mais de 70 km de estradas recuperadas na Ponte Alta, no Gama

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Mais de 70 quilômetros de estradas rurais da Ponte Alta do Gama foram recuperados neste ano. Os serviços, que incluem terraplanagem e instalação de calhas para melhor direcionamento de águas da chuva, alcançam 58% da extensão da área. Ali, são beneficiados cerca de 50 mil moradores, facilitando o tráfego e o escoamento de produção da região. A ação é resultado de uma parceria com a comunidade local.

 

Produtor e comerciante, Bento Katsumi Aoyama, 52 anos, vai da área urbana a rural diariamente. Ele tem uma chácara produtora de hortaliças na Ponte Alta Sul, e vende seus produtos na cidade. “Moro aqui há 23 anos e posso garantir que sempre sofremos muito com a estrada”, diz. “Era desanimador. Para passar, tinha que quebrar o carro mesmo, com muitos buracos”, lembra.

 

O morador diz que reparo sempre teve, “mas, antigamente, na primeira chuva tudo ia embora”. “Agora vemos que foi feito com cuidado, com mais tempo, do jeito que a gente sempre pediu, com saídas de água que ajudam a conservar. É um serviço de qualidade”, garante. De acordo com ele, o reparo passou pelos primeiros testes de precipitações na região. “É uns 110% de melhoria”, brinca.

Trata-se de uma ação conjunta entre a Administração Regional do Gama, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e a e a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri). A prioridade é das ruas por onde costumam passar ônibus escolares e com maior fluxo de produção rural. No cronograma, estão incluídas regiões como Flamboyant, Saboia, Rua do Doce e Olhos D’água, na Ponte Alta Norte e Sul.

 

“O trabalho tem foco em revitalizar especialmente as regiões com mais fluxo, com tráfego de transporte escolar e escoamento de produção. Estamos fazendo calhas nas bordas das estradas para que o escoamento diminua o impacto da água em época de chuva, o que facilita a manutenção”, explica a administradora regional do Gama, Joseane Feitosa. “Isso é reflexo da nossa preocupação com a qualidade de vida da população, valorizando o transporte de produtos e a educação para quem mora na área rural”, diz.

 

Com informações da Agência Brasília

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